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quinta-feira, 24 de maio de 2012

SABIAS QUE ME IBA (ESPAÑOL)


Sabías que me iba
tú sabías que me iba
y sin pensarlo dos veces
olvidaste todos los meses
y me expulsaste de tu vida.

Sabías que me iba
ya sabías que me iba
sin embargo, me parece
que estás como todas las veces
en un hueco sin salida.

Sabías que me iba
tú sabías que me iba
y creo que no mereces
mis batallas perdidas.

Sabias que me iba
tú sabias que me iba
pero ya no me entristece
que me lo eches encima.

TU JÁ SABIAS (PORTUGUES)


Sabias que eu ia embora
tu sabias que eu ia
e sem pensar duas vezes
esqueceste todos os meses
e me expulsaste de tua vida.

Sabias que eu ia embora
já sabias que eu ia
porem, bem me parece
que estas como todas as vezes
num buraco sem saída.

Sabias que eu ia embora
tu sabias que eu ia
e creio que não mereces
minhas batalhas perdidas.

Sabias que eu ia embora
tu sabias, tu sabias
mas já não me entristece
que me culpes por tuas feridas. 

FALTA AMOR (PORTUGUES)


Me faz falta amor
pois o dia, já o tenho
e a noite dorme comigo,
a sorte é o que eu tento
e a morte é o meu castigo.

Falta o amor, pois ao corpo
eu lhe invento um destino
a alma não é alimento
a minha alma é o meu caminho,
desejo, é o que sinto
quando não estou contigo.

Falta amor pois o medo
é o que vejo, é o que vivo
quando sem ti vejo que perco
meus tristes olhos sem destino,
amor é o que não tenho
o amor não está comigo.

Falta amor.
Me falta o amor no meu peito
me falta fogo no meu ninho,
sobra meu coração desfeito
falta amor no meu caminho.

Falta amor, me falta amor.
Mas o que é o que me falta?
o que é o que tenho?
o que é o que me sobra?
o que é o que sinto?
quando te perdes e não te encontro
quando me falas no meu ouvido
quando não estas quando voltas
a minhas mãos sem olvido?

Me falta teu amor no meu sangue
me faltam minhas noites sem dias
me falta a sorte de te ver
me falta teu fogo no meu riso.

Me falta amor no corpo
falta tua faísca na minha vida
me faltam teus olhos em flor
me falta tua alma, querida.

ME HACE FALTA AMOR (ESPAÑOL)


Me hace falta amor
pues el día, ya lo tengo
y la noche duerme conmigo,
la suerte es lo que intento
y la muerte es mi castigo.

Falta el amor, pues al cuerpo
yo le invento un destino
el alma no es alimento
mi alma es mi camino,
deseo, es lo que siento
cuando no estoy contigo.

Falta amor pues el miedo
es lo que veo, es lo que vivo
cuando sin ti veo que pierdo
mis tristes ojos sin destino,
amor es lo que no tengo
el amor no está conmigo.

Falta amor.
Me falta el amor en mi pecho
me falta fuego en mi nido,
sobra mi corazón deshecho
falta amor en mi camino.

Falta amor, me falta amor.
Mas qué es lo que me falta?
que es lo que tengo?
que es lo que me sobra?
que es lo que siento?
cuando te pierdes y no te encuentro
cuando me hablas en mi oído
cuando no estás cuando regresas
a mis manos sin olvido?

Me falta tu amor en mi sangre
me faltan mis noches sin días
me falta la suerte de verte
me falta tu fuego en mi risa.

Me falta amor en el cuerpo
falta la chispa en mi vida
me faltan tus ojos en flor
me falta tu alma, querida.

terça-feira, 17 de abril de 2012

DE TIJOLOS E DE OLHOS (PORTUGUÉS)



De portas e de escadas estamos feitos todos.
Sulcamos os recintos com as costas rotas de quilômetros
e declaramos os olhos sempre que podemos
nas alfândegas que te oferece a vida.

Nos despedimos com as mãos fechadas
para não deixar escapar entre os dedos
as vitorias que tivemos depois de cada desencontro
quando os olhos nem sempre mostraram o que padecemos
quando ardemos como as naves que nos viram naufragar.

De tijolos tenho cobertos os pés.
Esses pobres mortais sangram em qualquer lugar quando descansam
nos corredores dos aeroportos sem escalas,
nos atravessam a fumaça da lembrança e se derrubam
nos fieis degraus que nos conduzem
às estaciones onde pagamos as promessas que nao nos deixaram morrer.

Sinto estes dias tão pesados como tijolos
desde que decidiste me ferir com teu verbo de pedra,
desde que teu coração deixou de me pertencer por aqueles minutos
que pareceram décadas expostas ao vento e ao esquecimento
desde que tua voz não se escutou mais e não me perdoaste
a impaciência que padecem meus dedos em cada poema.

Sou este animal que vês nas mornas noites em que não existimos
e que exibe as vezes sua armadura para esconder as carnes
que sangram nos dias em que lhe pergunto a minha sombra
quanto ainda falta para a ressurreição de um beijo